Como conjunto, a seleção foi um verdadeiro fracasso, não teve tática, mesmo porque não tem técnico. Os poucos jogadores, de quem se pode esperar técnica, ficaram muito abaixo da média, casos de Kaká e Robinho. Já Ronaldinho Gaúcho manteve sua média com a amarelinha. Nota 3 para os três melhores jogadores, mas que sem um padrão tático não vão conseguir jogar juntos.
Não podemos cobrar nada de Gilberto, Gilberto Silva e Maicon, pois não é por culpa deles, que o Dunga os convoca. Não são selecionáveis, na minha opinião. Nota 5, para cada um deles, que definitivamente, não podem fazer mais do que vimos ontem.
Nesses casos, a culpa é sim do treinador, nota 1 para o Dunga, que deixou clara sua falta de experiência, ao treinar e montar taticamente o time. Só nao fica com a nota 0 (zero), pois por uma obra divína, o Afonso foi cortado, e por medo da torcida, foi obrigado a escalar Luís Fabiano.
Já o calejado Mineiro só conseguiu mostrar um lampejo de seu futebol, quando seu ex companheiro de clube, Josué entrou e atuou com dignidade, com muita força, precisão nos passes e velocidade. Notas, 4 para Mineiro e 8 para Josué.
A zaga, Juan e Alex, provavelmente não foram apresentados por Dunga, além de, certamente, também não falarem o mesmo idioma. Perdidos, sem posicionamento, se alternavam nas lambanças, e na falta de cobertura, deixando o Uruguai finalizar em condições de matar o jogo. Nota 3.
Júlio César foi exigido, falhou e salvou. Mais uma vez, ficou claro que precisa melhorar na reposição de bola. Saiu precipitadamente do gol, lance que deu origem ao gol uruguaio. No segundo tempo, salvou o Brasil, em uma cabeçada perfeita de “El Loco Abreu”. Nota 7!
Wagner Love, sem conceito, entrou e correu feito loco, em todo o campo. Foi um fraco ao assumir no final do jogo, que Luís Fabiano já ganhou a vaga no campo, assumiu, como quem se livra de um fardo, que reconhece não poder carregar. Definitivamente não serve para a seleção. Para ele não vou dar nota, mas um abraço. O abraço que Luís Fabigol lhe ofereceu após o segundo gol. Wagner Love, UM ABRAÇO!
O destaque da noite ficou com Luís Fabiano, que voltou em grande estilo ao palco que o consagrou. O ex são-paulino e atual artilheiro do Campeonato Espanhol, destoou de todos os outros jogadores da seleção. Pela volta, garra, talento e pela comemoração, nota 10!
Fica a lição: tivesse Diego Forlan jogado pela celeste olimpica, tenho certeza que as criticas seriam muito mais ácidas, pois creio eu, que o Brasil não sairia vitorioso.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário